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Plínio (Page 10)

Parcerias para inovação e o desafio da coopetição.

2017-02-15
By: Plínio
On: 15 de fevereiro de 2017
Tagged: Competitividade, Inovação, parcerias, Relacionamento, Tecnologia

Parcerias estratégicas não são novidades no mundo empresarial ou no universo acadêmico, mas pouco se fala do elevado potencial para a inovação que surgem de arranjos cooperativos. Isso por que, para que as parcerias funcionem na direção da inovação é preciso que existam sinergias, complementação de competências, gestão de riscos e compartilhamento de ativos.

Um exemplo recente, e que tem planos de revolucionar o mercado de combustíveis, é a união entre GM e Honda em um projeto para desenvolver células de combustível inovadoras para carros a hidrogênio. Aprenda um pouco mais como as parcerias podem ser a chave para a inovação nas notícias abaixo.

#somosufmg #timeufmg

http://g1.globo.com/carros/noticia/2017/01/gm-e-honda-fazem-parceria-para-producao-de-celulas-de-combustivel.html

http://oglobo.globo.com/economia/emprego/empreendedorismo/empresas-estabelecem-parcerias-estrategicas-para-crescer-12564047

Inovação e tecnologia a serviço do hóspede!

2017-02-09
By: Plínio
On: 9 de fevereiro de 2017
Tagged: Inovação

As tecnologias apresentam formas inovadoras para melhorar a eficiência dos serviços prestados. Um grupo crescente de hotéis tem utilizado aplicativos para melhorar a rotina de trabalho, ajudar na comunicação com hóspedes estrangeiros, dentre outras tarefas. Quer saber mais? Leia a notícia na íntegra:

http://www.revistahoteis.com.br/holiday-inn-belo-horizonte-adota-tecnologia-que-agrega-eficiencia-operacional/

#somosufmg #timeufmg

Como usar uma plataforma na internet para manter relacionamentos com seu público?

2017-02-06
By: Plínio
On: 6 de fevereiro de 2017
Tagged: Clientes, negócios, Relacionamento

Com o aumento da popularidade da internet, que alcançou 47% da população brasileira em 2015, a construção e a manutenção de relacionamentos com os clientes cada vez mais depende da capacidade de interagir com o público através de multiplataformas. Os portais são exemplos de plataformas muito empregadas com essa finalidade, sendo caracterizados pelo grande volume de informações, integração com outras mídias (como Twitter, Facebook, Linkedin, etc…) e pela presença de ferramentas administrativas/gerenciais a disposição de diferentes stakeholders. Nesse artigo, os pesquisadores Plínio Monteiro e Raquel Zeringota avaliaram como a capacidade de estabelecer contato com os alunos de uma Instituição de Ensino Superior (IES) através de um portal é importante para fomentar o relacionamento, promovendo a satisfação e retenção do público alvo. A pesquisa identificou que as características tecnológicas, especialmente as ligadas às tarefas e atividades realizadas no dia a dia dos alunos, são determinantes da satisfação e do comprometimento do corpo discente, gerando um efeito positivo na intenção de se manter o relacionamento e promover positivamente a IES. Em termos gerenciais a aplicação desse modelo relacional permite que as organizações identifiquem como melhorar seus portais a fim de aumentar a retenção e atração de novos clientes. Quer saber mais? Baixe o artigo na íntegra no link abaixo:

http://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/article/view/8646076

Você já ouviu falar do modelo de tripla hélice para inovação?

2017-01-27
By: Plínio
On: 27 de janeiro de 2017
Tagged: Competitividade, Inovação, parcerias, Tecnologia

Parcerias entre universidades, empresas e o governo e sua contribuição para a inovação tecnológica e o desenvolvimento econômico

Sabemos que a Inovação tecnológica é um fator fundamental para o desenvolvimento econômico e para o aumento da competitividade. E sem desenvolvimento científico não existe inovação tecnológica, você também já deve saber.

Observamos uma expansão considerável da produção científica brasileira na última década, mas o desenvolvimento tecnológico do Brasil ainda deixa muito a desejar, não tendo crescido nem de perto no mesmo ritmo da nossa produção científica [1]. Por que então os investimentos na educação superior e no desenvolvimento científico no Brasil não tem resultado em um crescimento da taxa de inovação tecnológica?

Uma explicação possível pode ser encontrada no modelo de tripla hélice do desenvolvimento tecnológico.

O modelo de tripla hélice foi desenvolvido por Henry Etzkovitz na década de 90, sendo hoje uma das metáforas mais populares e aceitas para explicar a capacidade de transformar o conhecimento científico em inovação tecnológica. Basicamente o modelo, que foi desenvolvido observando os mais importantes polos e parques tecnológicos do mundo (tais como o MIT) sugere que uma maior taxa de desenvolvimento tecnológico só é possível a partir da parceria entre governo, empresas e universidades.

A ideia base é que a inovação tecnológica só é possível no momento em que o conhecimento desenvolvido nas universidades é canalizado para atender demandas econômicas-sociais que as entidades privadas e empresas analisam, gerenciam e, posteriormente comercializam, com o apoio de políticas públicas que visem coordenar o desenvolvimento do potencial de setores e regiões e gerir os modelos contratuais das parcerias entre os diferentes atores (incluindo as patentes). Nessa perspectiva os atores (governos, indústria e universidades) precisam aumentar sua interação para criar inovações que contribuam para o desenvolvimento econômico, a competitividade e o bem-estar social.

E é justamente nesse ponto que peca nosso modelo de inovação. A academia está distante das empresas [2,3]. Os empresários são avessos a inovação [4]. E falta ao governo políticas ativas e integradoras para inovação. Os desafios para a inovação são muitos. Quer aprender um pouco como o modelo da tripla hélice funciona e como ele pode ajudar a mudar esse cenário no Brasil? Confira nessa entrevista com Henry Etzkovitz os caminhos e desafios para desenvolver incrementar a taxa de inovação tecnológica e competitividade nacional.

Confira aqui a entrevista na íntegra: http://inovacao.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-43952010000100002&lng=pt&nrm=is

Prof. Dr. Plínio Rafael Reis Monteiro
Coordenador do Núcleo de Tecnologias Inovadoras em Marketing e Empreendedorismo (TIME UFMG)
Universidade Federal de Minas Gerais

 

#somosufmg #timeufmg

 

REFERÊNCIAS

1 – “Número de patentes por empresas ou pesquisadores em universidades é baixo no Brasil.” Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/inovacao/universidades-brasil-doutores-pesquisas-patentes-inovacao-tecnologica/numero-de-patentes-por-empresas-ou-pesquisadores-em-universidades-e-baixo-no-brasil.aspx

2 – PRADO, P. H. M. et al. Cooperação Universidade-Empresa: utopia ou Realidade?GramadoANPAD, 2014.

3 – JAWORSKI, B. J. On Managerial Relevance. Journal of Marketing, v. 75, n. 4, p. 211–224, jul. 2011.

4 – MELHADO, J. 8 mitos e verdades sobre o empreendedorismo no Brasil. ENDEAVOR Brasil, p. 1, jul. 2014.

Empreendedorismo nas universidades: professores mais satisfeitos que alunos

2016-10-27
By: Plínio
On: 27 de outubro de 2016
Tagged: Empreendedorismo, Ensino, Inovação

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Esse interessante estudo da Endeavor mostra o distanciamento das universidades brasileiras da realidade profissional, com destaque para as áreas de gestão e empeendedorismo. Apesar dos muitos desafios, aproximar esses mundos é o principal objetivo do Núcleo de Tecnologias Inovadoras em Marketing & Empreendedorismo da UFMG (TIME UFMG). Leia na reportagem sobre os principais dilemas nesse desafio e venha conosco construir uma realidade onde teoria e prática possam caminhar lado a lado! Visite nossa página do Facebook (@timeufmg)! Conheça nossa atuação!#somosufmg #timeufmg

 

Para acessar a pesquisa completa acesse o link endeavor.org.br/pesquisa-universidades-empreendedorismo-2016/

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