{"id":180,"date":"2017-01-27T11:56:26","date_gmt":"2017-01-27T13:56:26","guid":{"rendered":"http:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/?p=180"},"modified":"2017-01-27T12:24:18","modified_gmt":"2017-01-27T14:24:18","slug":"voce-ja-ouviu-falar-do-modelo-de-tripla-helice-para-inovacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/2017\/01\/27\/voce-ja-ouviu-falar-do-modelo-de-tripla-helice-para-inovacao\/","title":{"rendered":"Voc\u00ea j\u00e1 ouviu falar do modelo de tripla h\u00e9lice para inova\u00e7\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<h2><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-183 alignleft\" src=\"http:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/wp-content\/uploads\/sites\/16\/2017\/01\/hands-people-woman-working-large-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"359\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/wp-content\/uploads\/sites\/16\/2017\/01\/hands-people-woman-working-large-300x200.jpg 300w, https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/wp-content\/uploads\/sites\/16\/2017\/01\/hands-people-woman-working-large-768x512.jpg 768w, https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/wp-content\/uploads\/sites\/16\/2017\/01\/hands-people-woman-working-large-500x333.jpg 500w, https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/wp-content\/uploads\/sites\/16\/2017\/01\/hands-people-woman-working-large-425x283.jpg 425w, https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/wp-content\/uploads\/sites\/16\/2017\/01\/hands-people-woman-working-large-272x182.jpg 272w, https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/wp-content\/uploads\/sites\/16\/2017\/01\/hands-people-woman-working-large.jpg 890w\" sizes=\"auto, (max-width: 359px) 100vw, 359px\" \/><\/h2>\n<h2><em>Parcerias entre\u00a0universidades, empresas e o governo e sua contribui\u00e7\u00e3o para a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e o desenvolvimento econ\u00f4mico<\/em><\/h2>\n<p>Sabemos que a Inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica \u00e9 um fator fundamental para o desenvolvimento econ\u00f4mico e para o aumento da competitividade. E sem desenvolvimento cient\u00edfico n\u00e3o existe inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, voc\u00ea tamb\u00e9m j\u00e1 deve saber.<\/p>\n<p>Observamos uma expans\u00e3o consider\u00e1vel da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira na \u00faltima d\u00e9cada, mas o desenvolvimento tecnol\u00f3gico do Brasil ainda deixa muito a desejar, n\u00e3o tendo crescido nem de perto no mesmo ritmo da nossa produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica [1]. Por que ent\u00e3o os investimentos na educa\u00e7\u00e3o superior e no desenvolvimento cient\u00edfico no Brasil n\u00e3o tem resultado em um crescimento da taxa de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica?<\/p>\n<p>Uma explica\u00e7\u00e3o poss\u00edvel pode ser encontrada no modelo de tripla h\u00e9lice do desenvolvimento tecnol\u00f3gico.<\/p>\n<p>O modelo de tripla h\u00e9lice foi desenvolvido por Henry Etzkovitz na d\u00e9cada de 90, sendo hoje uma das met\u00e1foras mais populares e aceitas para explicar a capacidade de transformar o conhecimento cient\u00edfico em inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Basicamente o modelo, que foi desenvolvido observando os mais importantes polos e parques tecnol\u00f3gicos do mundo (tais como o MIT) sugere que uma maior taxa de desenvolvimento tecnol\u00f3gico s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel a partir da parceria entre governo, empresas e universidades.<\/p>\n<p>A ideia base \u00e9 que a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel no momento em que o conhecimento desenvolvido nas universidades \u00e9 canalizado para atender demandas econ\u00f4micas-sociais que as entidades privadas e empresas analisam, gerenciam e, posteriormente comercializam, com o apoio de pol\u00edticas p\u00fablicas que visem coordenar o desenvolvimento do potencial de setores e regi\u00f5es e gerir os modelos contratuais das parcerias entre os diferentes atores (incluindo as patentes). Nessa perspectiva os atores (governos, ind\u00fastria e universidades) precisam aumentar sua intera\u00e7\u00e3o para criar inova\u00e7\u00f5es que contribuam para o desenvolvimento econ\u00f4mico, a competitividade e o bem-estar social.<\/p>\n<p>E \u00e9 justamente nesse ponto que peca nosso modelo de inova\u00e7\u00e3o. A academia est\u00e1 distante das empresas [2,3]. Os empres\u00e1rios s\u00e3o avessos a inova\u00e7\u00e3o [4]. E falta ao governo pol\u00edticas ativas e integradoras para inova\u00e7\u00e3o. Os desafios para a inova\u00e7\u00e3o s\u00e3o muitos. Quer aprender um pouco como o modelo da tripla h\u00e9lice funciona e como ele pode ajudar a mudar esse cen\u00e1rio no Brasil? Confira nessa entrevista com Henry Etzkovitz os caminhos e desafios para desenvolver incrementar a taxa de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e competitividade nacional.<\/p>\n<p>Confira aqui a entrevista na \u00edntegra:\u00a0http:\/\/inovacao.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1984-43952010000100002&amp;lng=pt&amp;nrm=is<\/p>\n<h4>Prof. Dr. Pl\u00ednio Rafael Reis Monteiro<br \/>\nCoordenador do N\u00facleo de Tecnologias Inovadoras em Marketing e Empreendedorismo (TIME UFMG)<br \/>\nUniversidade Federal de Minas Gerais<\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>#somosufmg #timeufmg<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>REFER\u00caNCIAS<\/h3>\n<p>1 &#8211; &#8220;N\u00famero de patentes por empresas ou pesquisadores em universidades \u00e9 baixo no Brasil.&#8221; Fonte: http:\/\/www.senado.gov.br\/noticias\/Jornal\/emdiscussao\/inovacao\/universidades-brasil-doutores-pesquisas-patentes-inovacao-tecnologica\/numero-de-patentes-por-empresas-ou-pesquisadores-em-universidades-e-baixo-no-brasil.aspx<\/p>\n<p>2 &#8211; PRADO, P. H. M. et al. Coopera\u00e7\u00e3o Universidade-Empresa: utopia ou Realidade?GramadoANPAD, 2014.<\/p>\n<p>3 &#8211; JAWORSKI, B. J. On Managerial Relevance. Journal of Marketing, v. 75, n. 4, p. 211\u2013224, jul. 2011.<\/p>\n<p>4 &#8211; MELHADO, J. 8 mitos e verdades sobre o empreendedorismo no Brasil. ENDEAVOR Brasil, p. 1, jul. 2014.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parcerias entre\u00a0universidades, empresas e o governo e sua contribui\u00e7\u00e3o para a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e o desenvolvimento econ\u00f4mico Sabemos que a Inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica \u00e9 um fator fundamental para o desenvolvimento econ\u00f4mico e para o aumento da competitividade. E sem desenvolvimento cient\u00edfico n\u00e3o existe inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, voc\u00ea tamb\u00e9m j\u00e1 deve saber. Observamos uma expans\u00e3o consider\u00e1vel da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica brasileira na \u00faltima d\u00e9cada, mas o desenvolvimento tecnol\u00f3gico do Brasil ainda deixa muito a desejar, n\u00e3o tendo crescido nem de perto no mesmo ritmo da nossa produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica [1]. 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