{"id":1542,"date":"2018-09-03T12:49:03","date_gmt":"2018-09-03T15:49:03","guid":{"rendered":"http:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/?p=1542"},"modified":"2018-09-03T12:55:30","modified_gmt":"2018-09-03T15:55:30","slug":"agritechs-brasileiras-inovacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/pesquisas.face.ufmg.br\/time\/2018\/09\/03\/agritechs-brasileiras-inovacao\/","title":{"rendered":"Agritechs brasileiras se destacam no universo da inova\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"txt-gray mb-0\">Duas startups brasileiras &#8211; uma delas mineira &#8211; s\u00e3o escolhidas pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial para participar de um dos mais importantes programas globais de incentivo \u00e0 tecnologia<\/h2>\n<p>Por: <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/ericocardozo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00c9rico Aur\u00e9lio A. Cardozo<\/a><\/p>\n<p>Publicado originalmente no Jornal Estado de Minas<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo \u2013 A partir de setembro, duas startups brasileiras, a Agrosmart, que desenvolve tecnologias para o agroneg\u00f3cio, e a PlataformaVerde, voltada para o gerenciamento de res\u00edduos s\u00f3lidos, passam a fazer parte de um seleto grupo de empresas. As agritechs nacionais foram escolhidas pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial para integrar o Centro de Inova\u00e7\u00e3o e Empreendedorismo da entidade por um per\u00edodo de dois anos. N\u00e3o se trata de um pr\u00eamio qualquer. J\u00e1 passaram pelo programa empresas como Google, Airbnb, Mozilla, Spotify, Twitter e Wikimedia, gigantes que se tornaram refer\u00eancia no mundo da tecnologia.<\/p>\n<p>Os chamados \u201cPioneiros Tecnol\u00f3gicos\u201d de 2018, que ser\u00e3o apresentados no \u201cSummer Davos\u201d, evento programado para 18 a 20 de setembro, em Tianjin, na China, s\u00e3o mais diversificados que nas outras edi\u00e7\u00f5es, tanto geograficamente como em termos de g\u00eanero. Neste ano, 23% das startups selecionadas s\u00e3o lideradas por mulheres e a maioria vem de regi\u00f5es fora dos Estados Unidos e do Vale do Sil\u00edcio. Isso demonstra que existe uma preocupa\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum em mostrar a evolu\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m est\u00e1 acontecendo fora dos locais mais conhecidos como produtores de tecnologia de ponta.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m houve uma diversifica\u00e7\u00e3o maior em termos de aplica\u00e7\u00e3o das tecnologias, com \u00eanfase especial na ind\u00fastria 4.0, al\u00e9m de intelig\u00eancia artificial, Big Data, Internet das Coisas (IoT), agricultura vertical e digital, rob\u00f3tica, seguran\u00e7a cibern\u00e9tica e ve\u00edculos aut\u00f4nomos, entre outras\u00a0<b class=\"wsl-anchor wsl-retention-link\">inova\u00e7\u00f5es<\/b>\u00a0que est\u00e3o ganhando espa\u00e7o na sociedade.<span class=\"wsl-inline-container wsl-concussion-target\">\u00a0<i class=\"wsl-asterisk\"><\/i><span class=\"wsl-preview-call\">Especial:<\/span>\u00a0<a class=\"wsl-anchor wsl-preview-inline-link\" title=\"Link gerado por WorldSense\" href=\"https:\/\/adclick.g.doubleclick.net\/pcs\/click?xai=AKAOjstNEBDbTnSYJ6Im6XRSMrnMAWRZsdwbKAdsbiIKpeAEgV691iefSLUt4xyUJDitmqM615R4fzoGded2uYu6pGZXlERoW-FuaLdrfMl24Tb15rKml7OJvsW_fQUJSoPOfix_qm0fUrxaHdkhtemCQxof7tvJ9DQZGKp09GyAZfUbBrtV1fW6DNLO8NR0dT9yyqggui6Ts011vbCsiboL5GJVtY4NUvSCGN7cZjbD70P4UjhSzs8&amp;sig=Cg0ArKJSzFUplUXuJOHtEAE&amp;urlfix=1&amp;adurl=https%3A%2F%2Fwww.em.com.br%2Fapp%2Fnoticia%2F90-anos%2F2018%2F07%2F13%2Finterna_90_anos%2C973025%2Fa-evolucao-da-era-do-cafe-a-inovacao-das-startups-em-90-anos-de-histor.shtml%3Futm_source%3Dworldsense%26utm_term%3Dinova%25C3%25A7%25C3%25B5es%26utm_campaign%3Dws-em%26utm_medium%3Dretention%26utm_content%3Dcreative.desktop.bold\" target=\"_top\" rel=\"wsl-anchor\">Caf\u00e9, siderurgia e startups. 90 anos de economia em p\u00e1ginas de jornal<\/a>\u00a0<\/span><\/p>\n<p>No caso da Agrosmart, liderada por uma jovem mineira de 27 anos, Mariana Vasconcelos, o diferencial est\u00e1 na cria\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de uma plataforma digital que est\u00e1 trazendo para a agricultura o conceito de cultivo inteligente e fazendas conectadas. Por meio dessa tecnologia, \u00e9 poss\u00edvel monitorar em tempo real, e utilizando qualquer dispositivo m\u00f3vel, mais de 14 varia\u00e7\u00f5es ambientais, o que acaba ajudando o agricultor a tomar a melhor decis\u00e3o e ser mais resiliente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u201cDesenvolvemos um modelo agron\u00f4mico customizado que \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de gen\u00e9tica, clima e solo\u201d, diz a CEO da empresa. \u201cBaseados nesses fatores, ajudamos o produtor a tomar decis\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>Para criar a empresa em 2013, Mariana, que \u00e9 formada em administra\u00e7\u00e3o de empresas e tem MBA em agroneg\u00f3cios na Esalq, a faculdade de agronomia da USP, se inspirou nas dificuldades que os pais enfrentavam para gerenciar uma pequena propriedade rural em Itajub\u00e1, no interior de Minas Gerais. Junto com o s\u00f3cio Raphael Rizzi, come\u00e7ou a desenvolver a plataforma e o aplicativo para monitorar, por meio de v\u00e1rios sensores espalhados pelo terreno, as varia\u00e7\u00f5es ambientais da regi\u00e3o. Com essas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel montar um hist\u00f3rico on-line das situa\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas (chuva, temperatura, umidade, vento) da fazenda para que o produtor possa tomar as decis\u00f5es mais acertadas na hora de plantar e de colher.<\/p>\n<p>Em 2015, um ano depois da funda\u00e7\u00e3o da empresa, a plataforma da Agrosmart estava completa e produzindo relat\u00f3rios com as principais informa\u00e7\u00f5es da propriedade. Por meio dos sensores e das imagens de sat\u00e9lite, foi poss\u00edvel interpretar, em tempo real, as necessidades da planta cultivada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quantidade ideal de irriga\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de indica\u00e7\u00f5es sobre a propens\u00e3o de pragas e doen\u00e7as que amea\u00e7am a lavoura.<\/p>\n<p>Entre 2014 e 2017, a startup captou R$ 10 milh\u00f5es em investimentos. Boa parte dessa quantia veio de aportes da SP Venture e grupos de investidores, o que acelerou o crescimento de suas receitas. Em 2017, o faturamento da empresa aumentou 1.043% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, e o n\u00famero de colaboradores saiu de 12 para 50.<\/p>\n<p><strong>Res\u00edduos<\/strong><\/p>\n<p>A PlataformaVerde vive momento semelhante. A empresa levou quatro anos para aprimorar seu sistema, que utiliza conceitos de tecnologia disruptiva para a gest\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos em empresas comerciais e industriais, com estruturas baseadas em internet das coisas, intelig\u00eancia artificial, computa\u00e7\u00e3o em nuvem e blockchain.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0https:\/\/www.em.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas startups brasileiras &#8211; uma delas mineira &#8211; s\u00e3o escolhidas pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial para participar de um dos mais importantes programas globais de incentivo \u00e0 tecnologia Por: \u00c9rico Aur\u00e9lio A. Cardozo Publicado originalmente no Jornal Estado de Minas S\u00e3o Paulo \u2013 A partir de setembro, duas startups brasileiras, a Agrosmart, que desenvolve tecnologias para o agroneg\u00f3cio, e a PlataformaVerde, voltada para o gerenciamento de res\u00edduos s\u00f3lidos, passam a fazer parte de um seleto grupo de empresas. As agritechs nacionais foram escolhidas pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial para integrar o Centro de Inova\u00e7\u00e3o e Empreendedorismo da entidade por um per\u00edodo de dois anos. 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